SACRED SOUND NEWS

Este veículo de notícias é parte integrante da Revista Sacred Sound

SACRED SOUND NEWS

Este veículo de notícias é parte integrante da Revista Sacred Sound
<  Agosto 2008  >
S T Q Q S S D
        1 2 3
4 5 6 7 8 9 10
11 12 13 14 15 16 17
18 19 20 21 22 23 24
25 26 27 28 29 30 31
Buscar
Receba os posts
Terra Blog

Arquivo de: Agosto 2008, 12

12.08.08

QUEEN, QUEM DIRIA, VEM AÍ... COM PAUL RODGERS

ROCK GERAL

www.sacredsound.com.br

Juntos, eles já venderam mais de 300 milhões de álbuns. Não é de se espantar que o primeiro trabalho de estúdio em conjunto do Queen com a lenda do rock Paul Rodgers - o disco "The Cosmos Rocks" - já crie muitas expectativas.

O álbum não chegará às lojas antes do dia 15 de setembro (14 de outubro, nos Estados Unidos). Mas, para aqueles que gostariam de saber desde já o que vem por aí, Queen e Paul Rodgers divulgaram a arte da capa do disco, nesta semana.

A imagem é assinada pelo premiado fotógrafo Edgar Martins, que já foi chamado de "um dos mais influentes artistas dessa geração de fotógrafos". Com exposições em museus, coleções públicas, corporativas e privadas ao redor do mundo, Martin já publicou livros e participou de coletâneas como "Black Holes & Other Inconsistencies" e "The Diminishing Present", trabalhos que, de acordo com críticos, "são posicionados na zona cinza entre fato e ficção, entre realidade e alegoria".

Atrás da inovadora capa de Martin, o que podemos esperar de "The Cosmos Rocks"?

Provocador, o ponto de vista de Queen + Paul Rodgers é o seguinte:
"Na realidade, reunir músicos para tocarem juntos dentro de um estúdio não é muito comum, hoje em dia. Mas as pessoas ouvirão isso no novo disco do Queen com Paul Rodgers".

"The Cosmos Rocks", composto por 13 faixas inéditas, escritas e gravadas por Queen + Paul Rodgers, será solto pela EMI/Parlophone em todo o mundo, com exceção da América do Norte, onde é um lançamento da Hollywood Records.

MASP TRAZ FASCINANTE MUNDO DA ARQUEOLOGIA BÍBLICA

CULTURA

www.sacredsound.com.br

Exposição inédita: relíquias arqueológicas que contam a história das religiões judaica e cristã

Valiosos achados arqueológicos acabam de desembarcar no aeroporto de Viracopos, na cidade paulista de Campinas, vindos da Bélgica e tendo como destino o Museu de Arte de São Paulo (Masp).

São 15 toneladas de história que datam dos tempos de Jesus Cristo e que estão materializadas em 150 peças, entre elas os elementos arquitetônicos e decorativos de uma pequena igreja totalmente reconstituída, inscrições e candelabros esculpidos em pedra, capitéis e artefatos de ferro e cerâmica - o conjunto foi cedido pelo Museu de Israel para a exposição "Tesouros da Terra Santa. Do Rei David ao Cristianismo" (Masp, a partir da quarta-feira 13).

A mostra, que fica em cartaz até 2 de novembro, proporciona ao visitante uma viagem pelo milênio em que se forjaram as religiões judaica, cristã e, séculos depois, o islamismo, período que vai de 3.000 a.C. até o século I da era atual. Aborda também fatos que se deram na faixa de terra que abrigou endereços bíblicos, como o Jardim das Oliveiras, e que hoje corresponde geograficamente a Israel, Palestina e Jordânia, uma das regiões mais conflituosas do planeta do ponto de vista político e religioso.

Localizado entre os continentes africano e asiático, esse território foi por séculos a rota de dezenas de conquistadores. "A cidade de Jerusalém passou por conquistas de todos os povos do mundo antigo. Era o caminho para a expansão dos impérios", diz Luis Calina, um dos responsáveis por trazer a exposição ao País. Todo esse material de inestimável valor histórico e religioso está assegurado em US$ 15 milhões. Embora o seguro seja praxe quando se trata de obras dessa importância, nesse caso ele tem lastro em fatos concretos. No momento em que eram definidos os últimos detalhes da mostra no Brasil, em janeiro deste ano, o Masp teve duas importantes obras roubadas (que mais tarde foram recuperadas pela polícia) e isso interferiu nas negociações entre o museu israelense e o brasileiro. Chegou-se a temer a suspensão do evento, o que foi superado com a adoção de forte esquema de segurança. Uma peça original, no entanto, teve a sua vinda vetada: a inscrição de Pôncio Pilatos foi substituída por uma réplica.

A ausência da obra não compromete a mostra, que nunca foi apresentada nesse contexto (abordando o surgimento das três principais religiões monoteístas do mundo) em nenhum outro país. Além dos aspectos históricos, religiosos e políticos da Terra Santa, a montagem descreve a vida cotidiana dos israelitas, suas casas e locais de culto e remete a personagens centrais da história da vida e do martírio de Jesus Cristo. É o caso do sacerdote Caifás, cujo ossuário original pode ser visto pelos visitantes. Essa peça e a inscrição de Pôncio Pilatos são as únicas provas físicas da existência desses dois homens que estiveram diretamente envolvidos no julgamento e crucificação de Cristo. Num mesmo espaço, harmonizam-se os diversos cultos e suas histórias por meio de um mosaico rico e complexo. "Esse tipo de exposição atrai pessoas que não têm o hábito de freqüentar mostras de arte, mas vêm pelo interesse religioso", diz Calina.
(Fonte: Revista Isto É / Biblia World Net)

TRIBUTO NACIONAL AO THE CLASH

ROCK GERAL

www.sacredsound.com.br

Em "Revolution Rock", música de 1979, o mundo escutaria, diretamente da Inglaterra, as palavras de jovens vindos do subúrbio londrino, afirmando que revolucionariam o rock com uma nova batida que, segundo eles, causaria uma sensação

Esse impacto foi tão intenso que o The Clash, autor da façanha, acabou se tornando um ícone punk e uma das mais respeitadas bandas que já se teve notícia, sem ter sido esquecida mesmo após seu fim prematuro, em 1985.

Confirmando esse sucesso permanente, o grupo receberá, dia 17, às 18h, um show em sua homenagem no Centro Cultural São Paulo, onde parte de sua obra será relembrada pelas mãos (e vozes) de grandes nomes do rock nacional.

A tarefa nada simples ficou a cargo de músicos que têm no The Clash uma de suas principais influências: Clemente, vocalista e guitarrista dos Inocentes; Mingau, baixista do Ultraje a Rigor; Redson, baixista e vocalista do Cólera; Ari, guitarrista do 365; e Alonso, baterista do Marsh Gas. Juntos, eles formaram, em 2003, a banda Combat Rock – nome retirado de um dos discos de maior sucesso do grupo londrino.

No repertório, canções consagradas como "Should I Stay", "I Fought the Law", "London Calling" e "Rock the Casbah", além de composições não tão populares, mas com a mesma importância para a história da música.

Clemente afirma que eles não pretendem ser uma banda cover, mas fazer um tributo aos ídolos. “Todos nós vimos o Clash nascer”, conta o vocalista, que, assim como os outros integrantes, vivenciou o impacto causado pelo grupo no Brasil, e teve nele o primeiro contato com o movimento punk.

“Mesmo hoje, quando desço a Rua Augusta, vejo que a influência do Clash continua, presente no visual de muitos jovens que talvez nem o conheçam”, comenta o roqueiro. Quase 30 anos depois, o respeito pela banda é ainda maior: “Considero o 'London Calling' o maior disco de todos os tempos”, conclui.

Serviço: Centro Cultural São Paulo – Sala Adoniran Barbosa -Centro. Dia 17, 18h. R$ 12