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ROCK GERAL
Sala Olido traz Rock, em três versões
O número de bandas de rock que surgiu nos últimos anos chega a ser incontável. Apenas algumas, porém, produzem trabalhos de qualidade e exploram de maneira criativa a essencial levada do bom e velho rock’n’roll. No Dia Mundial do Rock, dia 13, a partir das 16h, o projeto Rock na Vitrine – uma parceria entre as Galerias do Rock e Olido, da cidade de São Paulo – leva para a Sala Olido novos grupos independentes que dividirão o palco com quem já fez história.
O Baranga é o exemplo do rock’n’roll rápido, pesado, rasgado e cru, com o diferencial na sutil influência do blues. Formada em 2000, por Paulo Thomaz (bateria), Deca (guitarra), Xande (vocal e guitarra) e Ricardo Soneca (baixo), a banda encarna o estereótipo do roqueiro sujo e malvado, em letras que falam sobre viagens, boemia e baladas.
Muitas vezes classificados como uma banda de rock popular brasileiro, o Tomada mistura ao rock gêneros como o soul, o funk e o blues. “Essa mistura, que acredito ser saudável, acontece porque a banda passou por muitas formações, e cada integrante trouxe sua própria influência. Mas o rock sempre acaba predominando”, explica Rodrigo Gomes, guitarrista do grupo. Na apresentação, serão interpretadas músicas dos dois discos já gravados e algumas do futuro lançamento, "O Inevitável".
Com mais de 20 anos de estrada e considerada uma das maiores bandas de hard rock brasileiras, o Golpe de Estado encerra a série de shows com uma reunião de seus maiores sucessos, além de algumas composições do último álbum, "Pra Poder", lançado em 2004. Tendo como diferencial entre os representantes do gênero o fato de cantar em português, o Golpe de Estado foi a banda que abriu apresentações de grandes nomes do rock como Jethro Tull, Nazareth e Deep Purple.
Juntamente com o Carro Bomba, o Tomada se apresenta também no Centro Cultural São Paulo, dia 20, às 18h, no projeto Sintonia do Rock.
Serviço: Rock na Vitrine. Galeria Olido – Sala Olido. Av. São João, 473 - Centro. Dia 13, 16h. Grátis.
Tomada e Carro Bomba no projeto Sintonia do Rock. Centro Cultural São Paulo – Sala Adoniran Barbosa. Rua Vergueiro, 1000 - Centro. Dia 20, 18h. R$ 10

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09:36:49ROCK GERAL
Trechos das onze faixas do novo álbum do Alice Cooper, "Along Came A Spider", estão disponíveis no site da SPV Records. http://www.spv.de/eng/news.html
O material, que será lançado no dia 29 de julho pela SPV/Steamhammer, foi co-produzido por Greg Hampton e Danny Saber em Los Angeles (EUA), é tido como uma conciliação entre as roupagens sonoras mais antigas e modernas de Alice, trazendo elementos de "Billion Dollar Babies" até "Brutal Planet", com uma temática sombria a lá "Welcome To My Nightmare".
Ao lado do vocalista estão o baterista Eric Singer, o baxista Chuck Garric e os guitarristas Keri Kelli e Jason Hook. Como participações especiais: Hampton e Saber (que também compuseram várias músicas do álbum, ao lado de Alice), o cantor Bernard Fowler e o guitarrista Slash (Guns N' Roses, Velvet Revolter e Slash's Snakepit), responsável pelo solo da faixa 'Vengeance Is Mine'.
A temática de "Along Came A Spider" é uma espécie de "história de amor" sobre um serial killer fictício chamado "Spider", que tem como marca registrada enrolar as suas vítimas em teia de silk. Entretanto, ao encontrar sua última vítima, ele se apaixona por ela e não consegue completar o seu plano - o que poderia representar o seu fim. "Cada música é uma espécie de carta para a polícia", explica Alice. "Eles acham que estão investigando de fora, mas ele os leva para dentro da coisa toda", finaliza.
O track list é:
01. 'Prologue/I Know Where You Live'
02. 'Vengeance Is Mine'
03. 'Wake The Dead'
04. 'Catch Me If You Can'
05. '(In Touch With) Your Feminine Side'
06. 'Wrapped In Silk'
07. 'Killed By Love'
08. 'I'm Hungry'
09. 'The One That Got Away'
10. 'Salvation'
11. 'I Am The Spider/Epilogue'

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09:18:10CULTURA
Texto do século I a.C. pode redefinir os vínculos entre Judaísmo e Cristianismo
JERUSALÉM (AFP) - Uma misteriosa tabuleta em pedra que parece datar do século I antes de Cristo pode vir a mudar a percepção sobre as origens do cristianismo e revelar que os judeus, antes mesmo de Jesus Cristo, já acreditavam na chegada de um Messias que morreria e ressuscitaria após três dias.
Isso é o que afirma o pesquisador Israel Knohl, assegurando que sua análise de um texto hebreu escrito nessa lápide 'poderá mudar a visão que temos do personagem histórico Jesus'.
"Este texto pode constituir o elo perdido entre o Judaísmo e o Cristianismo à medida que insere na tradição judia a crença cristã na ressurreição de um messias", declarou à AFP este professor de estudos bíblicos da Universidade de Jerusalém.
A peça se encontra em mãos de um colecionador, David Yislsohn, que vive em Zurique, Suíça, e que declarou à AFP tê-la encontrado em Londres, de um antiquário jordaniano. A peça procederia da margem jordaniana do Mar Morto.
O texto em hebreu, de natureza apocalíptica, apresenta a "revelação que o arcanjo Gabriel vai despertar o Príncipe dos Príncipes três dias depois de sua morte". O texto está escrito, com tinta sobre a pedra, em 87 linhas e algumas letras ou palavras inteiras foram apagadas pelo tempo.
A análise de Knohl consiste essencialmente em decodificar a linha 80 onde figuram os termos "três dias mais tarde" seguidos por uma palavra meio apagada que, segundo o professor, significa "vive".
A paleontóloga Ada Yardeni é mais prudente no que se refere à palavra "vive".
"A leitura do professor é plausível, apesar de a ortografia utilizada ser raríssima", afirma esta especialista em escrituras antigas, que publicou a primeira descrição da lápide em 2007, na revista de história e arqueologia israelense Cathedra.
Outros pesquisadores também preferem não tirar conclusões tão radicais do texto descoberto e, inclusive, alguns duvidam de sua autenticidade.
Por sua parte, o pesquisador israelense Yuval Goren, especialista em descoberta de falsificações, afirma não ter "detectado nenhum indício de falsificação no texto da tabuleta".
"No entanto, minha análise não se aplicou à tinta", enfatiza o diretor do departamento de arqueologia e culturas antigas da Universidade de Tel Aviv.
Por sua parte, uma arqueóloga que pediu para não ser identificada expressou suas dúvidas sobre a autenticidade desta peça arqueológica.
"É muito estranho que um texto tenha sido escrito com tinta em uma tabuleta de pedra que se tenha conservado até nossos dias. Para ter certeza que não se trata de uma falsificação, seria preciso saber em que circunstâncias e onde exatamente a pedra foi descoberta, o que não é o caso", acrescentou.
O professor Knohl deve apresentar nesta terça-feira sua interpretação em um encontro em Jerusalém por ocasião do 60º aniversário da descoberta dos Manuscritos do Mar Morto.
"Se essa descrição messiânica está realmente lá, isso vai contribuir para desenvolver uma reavaliação da visão popular e da visão acadêmica de Jesus Cristo", comentou o jornal New York Times.
"Isso sugere que a história de sua morte e ressurreição não era inédita, mas parte de uma reconhecida tradição judia da época". (Yahoo Notícias)

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